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Eu, minha esposa e o executivo atrevido
Autor: Bernard
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7.3

Isso aconteceu há mais ou menos um ano, quando participei de uma conferência de Informática e minha esposa me acompanhou. Meu nome é Bernard, tenho 31 anos, 1.71m de altura, pele branca e olhos e cabelos pretos. Sou casado há cinco anos com uma gatinha de 28 anos, a Marli, que mais parece ter uns 16 anos de idade. Ela tem olhos azuis, 1,62m de altura e um corpinho do tipo “petit”, com seios pequenos e um bumbum firme e arrebitado.

Uma das fantasias da Marli era que nós fôssemos dominados por um homem mais velho, alguém sacana que soubesse como “brincar” com homens e mulheres submissos. Ela ficava muito excitada com a idéia de me ver dando para outro homem, especialmente se o outro homem fosse sacana e dominador. Ela me falou várias vezes dessa fantasia, algumas vezes me penetrando após ter me amarrado na cama, mas sempre enfatizou que aquilo era apenas uma fantasia.

Na conferência nós conhecemos um homem mais velho chamado Carlos, de uns 50 anos, muito bem apessoado e inteligente. Devido à minha posição de consultor na área de Informática, eu freqüentemente discuto assuntos de trabalho com executivos, e o Carlos era um dos executivos com os quais eu conversei na tal conferência. Ele passou muito tempo conversando comigo, o que me levou a me empenhar ainda mais em impressioná-lo.

Sabia que daquela conversa poderiam resultar negócios de consultoria no futuro. Num determinado momento, quando a Marli tinha ido dar uma volta, Carlos sugeriu que andássemos até a beirada de um laguinho artificial para darmos uma olhada nas carpas. Segundo o Carlos, ver as carpas “acalmaria um pouco os ânimos”, pois eu estava muito afoito em convencê-lo de minha competência como consultor.

Nos já tínhamos bebido bastante, e num determinado momento Carlos abaixou a cabeça perto da minha (ele era bem mais alto que eu), e com as mãos na minha cintura, fez um sinal com a boca (apontando com a língua) para que eu olhasse para uma das carpas. Eu olhei e não fiz comentário nenhum sobre as mãos na minha cintura, pois no momento eu não achei aquilo nada demais. Não havia nada intrinsecamente ousado naquilo que ele estava fazendo.

Pensei até que ele estava me tratando como se fosse um “sobrinho” seu, ou coisa parecida. De repente ele me abraçou forte por trás e brincou que ia me jogar no laguinho, dizendo: - Vocês consultores são muito sérios, precisam tomar um banho para esfriar! Desta vez ele me abraçou de forma a me levantar, me encoxando, e depois quase me jogou no laguinho. Carlos me levantou facilmente, pois era muito maior e mais forte do que eu.

Ele me soltou e eu mostrei claramente que não tinha gostado da brincadeira. A Marli voltou acompanhada de um cara que não largava dela durante a conferência toda (aparentemente ela já tinha bebido algumas), e falou que tinha visto a gente no laguinho. Ela não se agüentou e comentou, tirando um sarrinho da minha cara: - Oi, benzinho, o Carlos quase te jogou no laguinho hein!? Vocês pareciam dois namoradinhos se agarrando...

Carlos e a Marli sorriram um para o outro de forma marota. Nos despedimos com um aperto de mão e eu e a Marli fomos para o nosso apartamento. Uma hora mais tarde o Carlos nos ligou e sugeriu que saíssemos juntos. Ele me perguntou se tínhamos planos para a noite, e eu disse que não. Ele então comentou que uma mulher linda como a Marli não deveria ficar num apartamento de hotel numa noite tão gostosa.

O céu estava claro e a temperatura era a ideal para uma saída noturna. Inicialmente tentei dizer que estava com sono, mas a Marli disse que estava interessada e acabei concordando. Nós fomos primeiro para um barzinho com música ao vivo, no centro da cidade aonde a conferência estava acontecendo. Carlos sentou no meio, e eu e a Marli sentamos um de cada lado. O Carlos jogou todo o charme dele para a Marli, que aos poucos entrou na onda do Carlos.

Nós três bebíamos sem parar e os dois já estavam “brincando” de forma mais íntima – o Carlos tocava na orelha dela, repartia o mesmo canudinho com a Marli, contava segredinhos... Eles então foram dançar e começaram a se agarrar, beijando na boca de forma muito ousada, sem dar a mínima para mim. Ficaram na pista de dança muito tempo, e quando voltaram o Carlos sugeriu que fôssemos a outro lugar, uma “surpresa”, segundo ele.

Carlos me mandou pagar a conta. Obedeci com raiva (o cara de pau estava azarando a minha mulher e eu ainda tinha que pagar a conta!). Pegamos um taxi e fomos para o tal lugar. De fora o clube parecia uma discoteca, mas quando entramos levei um susto, pois havia garotas lindas vestidas de forma ousada dançando em tudo que é canto. De novo o Carlos disse para eu pagar a entrada, o que eu fiz , mas quase o xinguei.

Quando chegamos no fundo do clube vimos um palco e nos sentamos na fila da frente. Dali a uns 30 minutos entrou um casal – uma mulher maravilhosa, que por coincidência se parecia muito com a Marli, e um cara alto e musculoso. Ela estava vestida de forma muito provocante, e o que vi em seguida quase me engasgou. O cara a despiu de forma bem sensual e começou a comê-la de todas as formas possíveis e imagináveis, bem ali na nossa frente.

Eu nunca tinha assistido a um show de sexo ao vivo e Marli estava vidrada no espetáculo. Ela não parava de sorrir, principalmente quando o Carlos lhe cochichava algo no ouvido. Dava para se ver que a Marli estava morrendo de tesão. Os dois praticamente me ignoraram o tempo todo. Após o casal vieram dois rapazes, um alto e musculoso e outro menor, mas também com um corpo malhado. Ambos vestiam máscaras.

O mais alto então começou a tratar o outro como uma putinha, fazendo-o chupar o seu pau (que era bem maior do que o de seu coleguinha), enfiando dedos no cu do submisso e mordendo a bunda dele. Em seguida o show esquentou, com o grandão metendo o caralhão no cuzinho de seu coleguinha. A Marli estava totalmente hipnotizada pelo show e nem piscava os olhos. Enquanto isso acontecia, Carlos virou para mim e cochichou no meu ouvido.

Ele me falou que o que estava fazendo comigo não era certo e que eu precisava de mais “atenção”. Em seguida, num ato de extremo atrevimento ele enfiou a mãozona dentro da minha calca, por trás, e começou a apalpar a minha bunda até chegar no meu cuzinho. Com a outra mãozona ele segurou as minhas duas mãos em cima da mesa. Eu comecei a me mexer, tentando fugir da mão dele, mas isso acabou facilitando a situação para ele.

Ele enfiou um dedo bem fundo no meu cuzinho, ao mesmo tempo em que dizia que o carinha menor ali no palco era muito parecido comigo. Ele então tirou a mão da minha bunda e a enfiou na minha boca, dizendo para eu chupá-la, pois se eu fizesse isso ele me soltaria. Eu chupei a mão dele, dedo por dedo, até deixá-la bem molhada com a minha saliva. Ele então meteu a mão de novo na minha bunda e me penetrou fundo com dois dedos.

Depois meteu três dedos, entrando ainda mais fundo dentro de mim. Ele me perguntou se eu queria que ele parasse e eu supliquei que sim. Ele deu um sorriso maroto e tirou a mão. Em seguida se levantou e disse que iria ao banheiro. Eu estava em estado de choque e nem sequer conseguia me mover ou raciocinar. Os dois caras continuavam transando no palco, até que o grandão gozou.

Marli então saiu do transe e me disse, com uma cara de safadinha: - Que loucura... eu nunca tinha visto um show desses... e por falar nisso, você se parece muito com o menorzinho dos dois... Carlos nos interrompeu, dizendo que já tinha pago as bebidas. Ele então nos puxou para dentro de um taxi em frente ao clube, deu um endereço para o motorista e disse, olhando com um olhar bem sapeca, para mim e para a Marli: - Meu apê.

Naquele momento ficou claro que o Carlos morava na cidade da conferência e que estava ficando no mesmo hotel que nós só de malandragem. Nos sentamos no banco de trás do taxi, ele entre nós dois. Carlos então meteu a mãozona na minha bunda, como tinha feito antes e disse, cochichando: - Se você ficar quieto eu não enfio os dedos no teu cuzinho. Durante todo o percurso ele apalpou e beliscou forte a minha bunda, mas não meteu nenhum dedo dentro de mim.

Ao mesmo tempo ele acariciava e beijava a Marli de forma atrevida. Ela não parecia perceber o que ele estava acontecendo comigo. Quando chegamos no apê do Carlos, a Marli disse que ia tomar um banho. Carlos então me pegou no colo e me levou para o seu quarto, onde amarrou as minhas duas mãos numa corrente que estava pendurada de forma firme no teto. Ele acertou a altura de forma que eu ficasse na ponta dos meus pés.

Carlos tirou a roupa e mostrou um pau que era relativamente comprido, com uns 19cm e super grosso. Olhando para mim e sorrindo de forma marota, ele enfiou um pano na minha boca e me amordaçou com outro pedaço de pano, me impedindo de fazer qualquer barulho. Carlos notou o meu desespero, e com um sorriso muito sacana me disse: - Espera um pouquinho enquanto vou brincar com aquela gostosinha da sua esposa.

Carlos então pegou um conjunto de lingerie sexy e saiu do quarto, entrando no banheiro. Eu ouvi gritinhos seguidos do som de bocas se beijando. Depois de uma meia hora mais ou menos ouvi o Carlos dizer para a Marli: - Te espero na sala... veste isso para mim. Ao que a Marli respondeu: - Hummm... safadinho. Me espera na sala. Ouvi os passos dela descendo as escadas em direção à sala. Ela então disse, provavelmente se referindo ao pauzão do cara: - Meu Deus, você é um cavalo!

Os dois conversavam animadamente. Eu o ouvi dizer: - Notei que você ficou muito excitada vendo o show dos rapazes. Quer ver um ao vivo de novo? Ela então respondeu: - Não... o Bernard? Não acredito! E na mesma hora Carlos respondeu: - Sim, ele é louquinho por mim e adora sofrer, viadinho... Ele é muito viadinho mesmo! Ela falou que adoraria vê-lo “brincar” comigo, notando com uma risada marota que o pau dele tinha ficado “bem duro” quando ela falou aquilo.

Carlos então disse: - Espera aqui que vou te chamar logo, logo. Ele subiu para o quarto e me despiu completamente, me deixando pendurado pela corrente. Depois pegou um vidro de óleo bem brilhante e espalhou por todo o meu corpo. Ele então chamou a Marli, que estava extremamente provocante na lingerie e visivelmente excitada. Ela se aproximou de nós dois e apontou para um espelho, dizendo: - Nossa, que diferença! Um grandão, o outro pequenininho... um pau gigante, o outro miudinho...

Eu nunca tinha me dado conta de que podia haver uma diferença tão grande entre dois homens. O Bernard parece um menininho perto de você, Carlos! Ao que o Carlos agarrou a minha bunda e disse: - E o que você acha dessa bundinha lisinha? A Marli disse que era “bundinha de menininho safado”. O Carlos então disse “muito safado!!”, e agarrou a minha coxa para evitar que eu balançasse. Em seguida encheu minha bunda de tapas.

Fiquei com a bunda vermelha como um pimentão. Ele então cochichou no meu ouvido que eu era um tesãozinho e puxou a Marli para perto da gente, começando a despí-la e agarrá-la bem ali na minha frente. Ele mordiscava os bicos dos seios dela e a beijava tão perto de mim que eu conseguia sentir o cheiro gostoso da minha esposinha. Carlos então a colocou na cama e meteu em sua bucetinha de todas a maneiras possíveis e imagináveis.

No início ela reclamou do tamanho, mas estava tão louca de tesão com a situação que logo passou a gemer alto. Carlos então colocou uma cadeira do meu lado e disse para ela ficar de pé com as mãos na cadeira. Minha esposinha então veio andando na minha direção, os bicos dos seios apontando firmemente para cima. Ela parou na minha frente e deu a maior rebolada com aquela bunda gostosíssima. Notando que eu estava de pau duro, Marli se insinuou para mim, dançando e rebolando na minha frente.

Apontando para o seu corpo, ela disse: - Só nos seus sonhos, corninho! Hoje apenas o meu amante vai tocar nesse corpinho gostoso. Ela segurou a cadeira e Carlos a puxou para bem perto de mim, de forma que o corpo dela roçasse no lado esquerdo do meu corpo. Ele começou a penetrá-la por trás na bucetinha, e eu podia sentir os tremores no corpo dela a cada metida do Carlos. De canto de olho vi Carlos começar a “brincar” com a bucetinha dela.

Ele usava sua mãozona, enquanto a beijava por trás e dizia que ia comer o cuzinho dela. Senti Marli se mexer muito mais do que antes. Ela tentava gritar, mas os gritinhos eram abafados por beijos. Eles ficaram naquilo por uma meia hora, quando senti a mãozona dele de novo acariciando a minha bunda e procurando o meu cuzinho. Os dedos dele exploravam o meu cuzinho como antes, enquanto eu sentia o corpo da Marli estremecer a cada estocada.

Pelos gemidos dela, vi que Marli tinha gozado pelo menos umas duas vezes. Talvez devido à idade ou à própria habilidade, Carlos controlava o gozo de forma fenomenal, aparentemente disposto a prolongar aquela brincadeira eternamente. Após o que pareceu uma eternidade para mim, ele disse para ela vestir a calcinha sexy que ele havia dado e deitar de bundinha para cima na cama, para que ela descansasse e relaxasse um pouco.

A visão da minha esposinha gostosinha e já saciada me enlouquecia, e acho que Carlos sabia muito bem disso. Ele então se concentrou na minha bunda e disse que ia castigá-la bastante para que ficasse tão dolorida que eu nem me importaria com a dor do pau dele rasgando o meu cuzinho. Ele fez o prometido. Enfiava três dedos bem fundo, ao mesmo tempo em que mordia minha bunda de forma impiedosa. Em seguida ele pegou um chinelo de couro e ficou na minha frente.

Enquanto mordia os meus mamilos com força, ele me dava chineladas fortes na bunda. Quando Carlos parou, os meus mamilos estavam esfolados e a minha bunda estava pegando fogo. Ele então me abraçou por trás, colocou o pau perto do meu cuzinho e enfiou violentamente, mas errou e acabou acertando minhas bolas, o que me fez contorcer de dor. Ele colocou o pau no ponto que eu senti ser a entrada do meu cu e enfiou tudo de uma vez.

Senti aquilo encher meu cuzinho e comecei a rebolar e a tremer. Ele me imobilizou e disse que ia comer o meu cuzinho até amanhecer. Após uma meia hora me bombando, o que pareceu ser uma eternidade, ele gozou dentro de mim e foi para a cama com a Marli, me deixando lá pendurado. Durante a noite o tarado transou loucamente outras três vezes com a Marli, bem na minha frente, e também me comeu mais duas vezes.

Eles descansaram e tomaram o café da manha sem me dar muita bola. Carlos então me soltou e me mandou sentar perto dele e da Marli para termos uma conversa séria. Ele me disse que eu tinha me comportado muito bem e que a Marli era deliciosa, o que a fez dar um sorriso maroto. Como recompensa ele nos levaria para passar três semanas com ele na praia – período durante o qual eu também trabalharia para ele como consultor.

Ele também disse que, dali para frente, se eu me comportasse ele tomaria a minha esposa como amante e eu seria o seu “garoto escravo”. Eu estava desnorteado, cansado e extremamente louco de tesão por ter ficado a noite inteira sendo usado. Nós nos despedimos e voltamos para o hotel. Após a conferência, voltamos para a nossa vida normal, que já não era tão normal como antes. Uma das ordens do Carlos foi que nós não transássemos mais a partir de então, e Marli concordou enfaticamente.

Isso me deixava louco, pois ela se vestia de forma muito sexy e dizia que adorava me provocar. Marli não cumpriu as ordens do Carlos à risca, pois ainda continuou brincando com a minha bunda, mas evitando religiosamente qualquer contato com o meu pau. Resolvemos manter aquilo entre nós e não contar nada para o Carlos. As três semanas que passamos na praia com ele foram muito loucas, mas os detalhes ficam para outro conto.

Basta dizer que ele “experimentou” uma série de novas “brincadeiras” conosco e me elogiou muito por incentivar a sua “criatividade” de dominador. A Marli também gosta de me ter como escravo, especialmente quando os dois fingem que são marido e mulher. Eu estou começando a me adaptar a essa situação e passei a gostar muito do que está acontecendo, por motivos que não entendo muito bem.

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