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A professora que nunca esquecerei
Autor: Tomrew
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7.5

Oi! Eu sou o Tom, tenho 18 anos e estou no 2º grau. Nunca fui um aluno muito dedicado e alguns professores me acham problemático, um “caso perdido” como eles preferem dizer. Costumo me meter em brigas, tiro notas baixas, mas em hipótese alguma atrapalho a aula ou faço bagunça na sala. A história que vou contar começou quando uma professora nova entrou na escola.

Sabe aquelas professoras idealistas, engraçadas e amigas da turma? Pois ela é exatamente assim, além de ser linda, cheia de charme, ter lindos cabelos longos e uma bunda que não deixa ninguém prestar atenção na aula. Certo dia me meti numa fria durante a aula dessa professora, que se chamava Silmara. Ela apaziguou a discussão e pediu que ficássemos depois do horário, quando tivemos que ouvir um sermão.

Como não sou de ficar quieto - ainda mas quando estou certo -, comecei a questioná-la dando a minha versão da história. Ela ficou impressionada com algo que falei e disse: - Nossa, Tom, pelo histórico que me foi dado e pela sua fama eu jamais pensei que você fosse tão inteligente e que se expressasse tão bem! E depois desse dia ela passou a me olhar de uma forma esquisita.

Percebi que ela passou a prestar atenção em mim, sempre me defendendo quando eu me metia em encrenca. Percebi também que ela me deixava extremamente excitado. Às vezes Silmara ia para a escola com roupas tão provocantes que o assunto principal dos alunos no intervalo era ela. Eu a achava tão atraente e tão charmosa que comecei a pensar na possibilidade de acontecer algo entre nós. Acho que ela não estava acostumada com um aluno que a tratasse de igual pra igual.

Certo dia, na hora da saída, ela puxou papo comigo. Silmara estava indo em direção ao carro e perguntou se eu queria uma carona. Aceitei e lá fomos nós. Ela estava com uma saia curta que deixava aquele belo par de pernas à mostra. Um espetáculo! Eu me fiz de durão, fingindo não me impressionar com nada, quando Silmara perguntou: - Sabe, Tom, eu andei ouvindo coisas a seu respeito. É verdade que você já ficou com quase todas as garotas da sala?

Fiquei meio tímido mas respondi que sim. Ela parecia que estava querendo me provocar. Aquele decote ousado, a barriguinha aparecendo... eu já estava decidido a dar em cima dela, mas ainda tinha certo receio. Foi então que chegamos na frente do meu prédio e ela me deu um beijinho de despedida. Nessa hora joguei uma velha cantada pra cima dela: - Sabe, professora, eu moro aqui em Sampa mas sou carioca. Lá no Rio, quando você tem admiração por alguém, costuma se despedir com um beijo no cantinho da boca.

Ela sorriu e disse que se sentia obrigada a me dar esse beijo... e não é que me beijou mesmo? Fiquei paralisado sem saber o que fazer e senti meu pau endurecer. Ela fez uma cara de safada e colocou a mão no meu rosto. Agarrei minha professora gostosa e percorri seu corpo com as mãos, enquanto tentava respirar com dificuldade. Ela era tão gostosa, tão ardente... podia sentir aquele corpo perfeito tocar o meu, o beijo ardente e diferente de qualquer outro que eu já havia experimentado.

Resolvi investir uma mão no seio e ela deixou. Nossa, era tão mais fácil assim! Percebi que tinha livre acesso ao corpo dela... Silmara começou a gemer dizendo que me queria: - Eu sou sua, faça o que quiser comigo. Fale o que você quer, Tom... Quanto mais ela falava mais eu ficava louco. Tirei a roupa dela, mas antes que pudesse fazer alguma coisa ela botou meu pau pra fora e começou a me chupar. Silmara lambia e chupava com tanta vontade que eu quase gozei.

Ela me chupou durante muito tempo e me elogiou por não ter gozado logo. Quase estraguei tudo ao ver minha professora toda babada de pica. Que tesão... Ela ficou de quatro e disse: - Mete! Como um bom aluno fiz questão de obedecer a professora e comecei a meter. Quando minha pica entrou inteira ela gemeu alto. Silmara não parava de me implorar para meter mais e mais. Fui estocando cada vez mas rápido e a agarrei com força pelo quadril.

Meti até ela pedir para parar. Mudamos de posição e ela sentou na minha pica, deixando meu pau escorregar para dentro. Silmara começou a cavalgar na minha jeba enquanto se excitava usando as mãos: - Rebola, professora vadia! E ela me obedecia como uma aluna dedicada. Agarrei a bunda dela e estoquei ainda mais forte. Coloquei Silmara de frente para mim e beijei aqueles lábios deliciosos. A essa altura eu já estava quase gozando.

Eu continuava a bombar com força na bocetinha dela, quando ouvi um pedido: - Você vai gozar dentro de mim, amor? Como não sou bobo nem nada, sei que gozar dentro é a maior furada, então tirei o pau do buraco dela e disse: - Professora, posso gozar no seu rostinho? Ela estava entregue e respondeu: - O que você quiser fazer comigo eu deixo, amor, tudinho que você quiser! Mandei minha gata se ajoelhar e me posicionei.

Fiquei olhando para aquela mulher que estava prestes a levar um banho de porra. Mandei Silmara abocanhar minha pica, pois queria gozar na garganta dela. Minha professorinha me chupou e em questão de segundos esporrei fundo em sua boca. Ela não conseguiu engolir tudo e deixou um pouco do meu leite escorrer. Com o dedo juntei a porra que tinha escorrido e dei para ela engolir. Minha professora passou a língua nos lábios e abriu a boca, mostrando que tinha feito o trabalho direitinho.

Hoje faz dois meses que estamos juntos. Ela é tão apaixonada por mim que não fica um dia sem levar pica... e além de porra na cara descobri que minha professora ama pica no rabo! Ela vive dizendo que sou tudo pra ela e que fará tudo o que eu quiser, e como um bom macho venho me empenhando nesse aspecto. Eu não estou apaixonado, mas confesso que adoro transar com ela. Em breve vou contar outras putarias que aprontamos.

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