Autor: Ariele
8.8
Um tempo depois meu namorado precisou viajar a trabalho e ficou dois dias fora. Exatamente nesse fim de semana ia acontecer uma festa irada que eu não podia faltar. Então chamei uma amiga e fomos. Chegando lá encontrei o negão, que se chamava Fredson. Conversamos e ele falou que eu era muito bonita. Eu já estava alta e respondi que ele também era muito bonito. Sem nenhum rodeio ele me disse que queria conversar comigo lá fora, para não dar bandeira. Aceitei.
Mal chegamos lá fora e ele já veio cheio de mãos, me segurando e falando que estava muito louco por mim. Ele disse que tinha ficado transtornado quando me viu e que precisava abrir o jogo. Eu também estava, mas meu namorado era amigo dele. Usei esse argumento mas Fredson respondeu que não tinha problema, pois ninguém precisava saber. Como eu estava morta de vontade de dar para aquele negão, falei que sim.
Expliquei para as minhas amigas que não estava me sentindo bem e saí da festa. Ele saiu logo depois e me levou de carro para uma estrada deserta. Chegando lá, começamos a nos beijar e ele foi passando a mão por todo o meu corpo, tirando meu vestido e me deixando só de calcinha. Nossa, quando o negão viu meus peitos quase foi à loucura! Ele caiu de boca e começou a chupar os meus mamilos, me deixando com muito tesão.
Fredson parecia um polvo, pois conseguia chupar meus seios enquanto tirava minha calcinha e me apertava com vontade. Nem sei onde minha calcinha foi parar, mas ele começou a meter a língua na minha xota, lambendo meu grelo e me deixando mais a fim de dar. Quando ele tirou a roupa e ficou de cueca pude ver o volume do rapaz. Minha bocetinha até então só tinha levado um pau 17,5cm... então fiquei com um pouco de medo.
O negão inclinou o banco do carro, tirou a cueca e me chupou mais ainda. Ele segurou a minha mão e foi levando até encostar em seu pau, que já estava bem duro. Meu deus! Quando peguei a pica dele vi que mal cabia na minha mão. Fredson segurou a minha cabeça e foi inclinando-a na direção da pica. Era muito grande e me assustei com o tamanho. Ele então disse que não ia doer, que eu só precisava me acostumar.
Aí o cara veio para cima de mim e já foi metendo. Começou a doer e ele foi enfiando mais. Mandei o negão parar mas ele não me obedeceu, metendo mais e mais. Estava doendo muito e falei que queria parar. Tinha que ser devagar. Ele então se posicionou e começou a meter lentamente, enquanto passava os dedos no meu grelo. Aí a coisa ficou boa... Não acreditei quando aquela pica entrou inteira em mim.
Eu gemia e gritava ao mesmo tempo, me contorcendo no banco do carro. Ele passou a meter forte e eu só conseguia berrar. Parecia que ele ia me partir ao meio. Ainda doía muito e ele falou que ia meter mais rápido. Antes que eu pudesse responder, Fredson começou a estocar. Gritei mais e mais e passei a gostar daquela dor. Estava curtindo a sensação de ser usada, de ter a buceta maltratada.
A dor foi passando e já estava gostando. O negão metia cada vez mais forte, dizendo que só ia gozar depois que eu gozasse. Comecei a bater uma siririca enquanto levava muita pica e em pouquíssimo tempo gozei. Ele tirou aquele picão de dentro de mim e começou a bater uma punheta. Então gozou de um jeito que eu nunca vi. Ele esporrou tanto e a porra foi tão longe que sujou o meu rosto e os meus cabelos.
Me senti uma vadia nessa hora, ainda mais quando ele limpou meu rosto com a camiseta como se eu fosse uma prostituta. Ficamos conversado por uns dez minutos e percebi que eu seria uma eterna escrava daquele pau. E não deu outra... até hoje ligo para o negão e peço para ele me comer gostoso. Ele vem na mesma hora e me fode como nunca ninguém me comeu na vida.