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Minha namorada e a amiga dela foram arregaçadas
Autor: não creditado
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8.0

Meu nome é Eduardo e tenho 19 anos. O que vou contar agora aconteceu há alguns meses. Eu estava namorando a Rafaela, uma gatinha linda com rostinho de boneca, que já fez alguns trabalhos como modelo fotográfico, olhos quase verdes, cabelos castanhos claros, 1.60m e 53kg. Já namorávamos há pouco mais de um ano e já transávamos há quase seis meses. Tudo ia muito bem entre nós.

Rafaela tinha uma amiga chamada Natália, que era outro tesãozinho. Cabelos castanhos encaracolados, pele morena e um pouquinho mais alta e magra que Rafaela, mas uma gostosura também. Eu ficava de olho nela, mas ela nunca me deu muita idéia. Era até gente boa, mas eu não gostava muito que a Rafaela andasse com ela, porque ela não tinha namorado e estava sempre querendo levar a Rafa para alguma festinha.

As duas moravam no mesmo bairro e eram amigas desde criança. Elas cresceram ali e sempre tiveram casinhos com alguns caras das redondezas. No começo eu tinha um pouco de ciúmes, mas depois desencanei. Ficava meio puto quando encontrava alguém com quem a Rafaela já tinha ficado, mas era só isso, ou seja, nunca desconfiei muito dela. Ela sempre me pareceu fiel.

Como moramos um pouco longe e estudamos em horários diferentes, eu quase não ia na casa dela nos dias de semana. Eu estudava à tarde e ela de manhã. Mas como já estava perto do fim ano, não tive aula numa terça e resolvi fazer uma visita surpresa. Passei na casa da Rafa e sua mãe me disse que ela estava na casa da Natália.

Na hora até gostei da notícia, porque eu sabia que a Natália costumava ficar sozinha à tarde e ela até já tinha liberado um quarto pra mim e pra Rafa uma vez. Porém, quando estava virando a esquina da rua da Natália eu vi um dos caras que teve um rolo com a Rafaela entrando na casa da Natália. Ele nem viu, devido à distância e por eu estar dentro do carro. Fiquei muito puto. O cara nem bateu campainha, foi logo entrando.

Parei o carro na porta da casa da Natália e pensei em entrar logo e dar um puta esporro na Rafaela. Mas depois de ficar um tempo parado no carro, resolvi tentar dar um flagra. Sempre confiei nela, mas era melhor que eu pudesse ter certeza. Se eu entrasse logo ela não teria tempo de fazer nada com ele e ainda diria que não tinha problema nenhum o cara estar ali. Aí iria ficar a palavra dela contra a minha.

Parei o carro no fim da rua e tentei dar a volta por um morro que fica atrás da casa da Natália. O bairro é tipo um condomínio fechado, fica no meio de um vale, um lugar bonito e arborizado. A casa da Natália tinha os fundos voltados pro morro, com uma mata. A intenção era entrar pelo quintal e tentar ver o que estava acontecendo lá dentro. Demorei uns 15 minutos para chegar até o quintal da casa da Natália e quase fui visto.

As duas garotas e o cara, um tal de Carlinhos, estavam no quintal da casa tomando banho de piscina. Rafaela e Natália estavam de biquíni e o cara com um bermudão. Eu não gostei do clima de descontração que rolava, mas não parecia que ia rolar nada. Na hora até pensei "pô, só tem um cara e duas garotas, não deve rolar nada...", mas continuei olhando. As duas estavam soltinhas e o cara estava só de sunga quando pulou na piscina.

O papo corria normal, eu estava até mais tranqüilo, quando começou um papo de marquinha de biquíni. Carlinhos estava dentro d'água e as duas pegavam sol deitadas de frente pra ele, que falou: - Tão querendo ficar queimadinhas? Com marquinhas? - É, pra usar calça de cintura baixa, respondeu a Rafa. Em seguida ele saiu da água e as garotas começaram um mostra-mostra de marquinhas que me deixou preocupado.

Elas ficaram mostrando como já estavam queimadas e ele mostrou, na beiradinha da sunga, como também tinha se bronzeado. Logo depois Carlinhos voltou pra água, dando um mergulho e atravessando a piscina por baixo d'água. E enquanto ele estava embaixo d'água a Natália comentou com a Rafaela: - Você viu o tamanho do pau dele? - Será que tava duro? Meu coração até acelerou quando ouvi isso. Fiquei puto!

Carlinhos acabou saindo da piscina novamente e as duas continuaram cochichando eu não sei o quê, e ele logo perguntou: - Tão fofocando o quê? Posso saber? As duas não paravam de rir e depois de muita insistência dele a Natália pediu: - Deixa eu ver se você tá bronzeado mesmo. Ele mostrou um pouquinho da sunga de novo, só que lado... - Não!, Rafa protestou na mesma hora: - Mostra a mesma parte que você mostrou antes...

Acho que tanto eu quanto ele sacamos na hora o que tava pra rolar, só que enquanto pra ele deve ter sido uma alegria, pra mim foi uma tortura! Aquele clima de brincadeirinha sacana tava me deixando com o coração na boca e eu não sabia se ficava puto ou com tesão. - De frente?, ele perguntou. - Isso!, respondeu a Rafa, que parecia já estar impaciente pra ver. Ele mostrou a marquinha, só que desceu mais um pouco a sunga.

A Natália chamou ele pra mais perto: - Chega mais pra cá, não tô vendo direito! Ele chegou bem perto dela e perguntou: - E se eu abaixar mais? - Abaixa, ué!, responderam as duas juntas, quase como se tivessem combinado. E ele abaixou. Ele estava de costas pra mim e a única coisa que eu vi foi a cara de espanto das duas, que em seguida se entreolharam e começaram a rir.

Até pensei "tão rindo de quê? Será que não era o que elas esperavam?". Mas a Natália logo desmentiu o que eu estava pensando: - Cara, não acredito nisso! Malandramente o carinha respondeu: - Se você pegar nele vai ficar ainda mais difícil de acreditar... e se curvou pra frente, como se oferecesse o pau pra ela. E foi o que Natália fez. Ela foi com a mão na direção da virilha dele e acho que ela o estava punhetando.

A Rafaela não fazia nada, só ficava olhando com uma cara de espanto, como se estivesse hipnotizada! Até que Natália chamou sua atenção, num tom de gozação: - Fecha a boca, Rafaela! Ou você tá querendo colocar alguma coisa aí? A Rafa, saindo do transe e agora com um sorriso no rosto: - Nossa, é muito grande! Deixa eu pegar também! E o filho da puta virou pra ela. Foi aí que eu vi o motivo do espanto delas.

O pau do cara tava duro e parecia um pau de cavalo! Quando a Rafa segurou, a mãozinha dela parecia ser ainda menor. Apesar do pau dele ser comprido o suficiente pra as duas poderem pegá-lo ao mesmo tempo, elas pareciam disputar o pau dele enquanto ficavam fazendo perguntas. Elas pareciam realmente encantadas, e ficaram quase uns cinco minutos punhetando e fazendo perguntas sobre se alguém agüentava aquilo.

Perguntaram como a ex-namorada dele, que era baixinha, pôde suportar aquela tora. Quiseram saber se as mulheres reclamavam de dor e ele respondia tudo com um ar superior, com orgulho. Eu estava desnorteado! Tava de pau duro, mas ao mesmo tempo com vontade de pular lá e encher o cara de porrada, mas não sabia se seria uma boa idéia. O cara era mais velho que eu, devia ter uns 25 anos, e também era mais forte.

Eu corria o risco de apanhar, além de passar a vergonha da minha namorada estar com a mão no pau dele. Além de tudo isso eu estava com tesão e queira ver aonde essa história ia dar. O que me deixava puto era que ele não era nada demais. Tinha a minha altura mais ou menos e era meio careca. Minha cabeça estava a mil, mas uma pergunta da Rafaela me fez prestar atenção: - Será que cabe na boca? - Experimenta..., respondeu o sujeito.

A Natália, rindo, segurou aquele caralho pela base e apontou para a Rafa, que o segurou com as duas mãos e engoliu pouco mais que a cabeça, abrindo bem a boca. Mais uma coisa que me incomodou: a Rafa gostava de chupar o meu pau, mas nunca tomava a iniciativa. Natália começou a chupar também. Ele estava de olhos fechados, se deliciando com o boquete e elas ficavam alternando enquanto comentavam coisas como: - Nossa, é muito grande!

O filho da puta, que já estava na melhor, ainda falou: - Olha, eu mostrei a minha marquinha pra vocês. Agora quero ver a marquinha nos peitinhos também. As duas começaram a tirar a parte de cima do biquíni na mesma hora, sem nenhuma resistência, mostrando que agora elas não recusariam mais nada. Ele ficou passando o pau nos peitinhos delas, ele em pé e elas ajoelhadas na frente dele.

- Qual das duas está mais molhadinha?, perguntou o sujeito, que depois se ajoelhou e beijou uma de cada vez, com as mãos nas duas bocetinhas. Ele mesmo respondeu: - Acho que é a Natália... vou comer você primeiro, Natália! - Eu não!, respondeu ela. Não sei se a Natália estava sem coragem de encarar aquilo ou se estava fazendo doce. O cara continuou: - Então vai ser a Rafaela, que já tá mais acostumada.

A Rafa respondeu em seguida: - Eu já dei várias vezes, mas foi pro Edu, que perto desse parece um pinto de criança. Fiquei puto com o comentário, e minha raiva aumentou quando ela disse: - Com um caralho desse tamanho eu vou perder a virgindade de novo! Ele pegou na mão de cada uma delas e as puxou para mais perto de onde eu estava, onde tinha umas cadeirinhas e um banco de cimento.

Num segundo a Natália já estava apoiada no banco com a bunda arrebitada pra ele. Desejei estar no lugar dele. Ela estava um delícia, só com a calcinha do biquíni, que ela puxava pro lado pra ele ficar passando o pau na bocetinha dela: - Enfia logo!, apressou a Rafaela, parecendo estar impaciente esperando a sua vez. Ele foi enfiando devagar, enfiava e tirava um pouquinho, acho que pra ela acostumar.

Ela gemia cada vez que ele enfiava mais um pouco. Até que chegou num ponto, depois de mais da metade dentro, que se ele enfiasse um pouquinho mais ela gemia mais alto, dizendo que tava batendo no fundo. Ele insistiu, e mesmo com ela gemendo muito alto, praticamente gritando, meteu tudo. Ele bombava e ela berrava. - Pára de gritar, Natália, a Rose vai ouvir! (Rafaela estava falando da vizinha.) E a Natália gritava tanto que acho que a Rose deve ter ouvido mesmo.

- Ai, espera um pouco, Carlinhos, tira um pouco, o biquíni tá me machucando. E ele foi tirando o pau de dentro dela bem devagar. Parecia que não ia acabar, ia saindo toda vida. Quando ele tirou o pau, a Natália tirou o biquíni e ficou na posição de novo. Rafaela segurou a pica e a encaixou de novo na amiga. Ele voltou a bombar, perguntando: - Tá gostando, putinha? E Natália continuava gemendo alto.

A Rafaela não agüentou e disse: - Eu quero também! Ela estava com tanta pressa que soltou só um lacinho do biquíni e ficou na mesma posição que a Natália. O biquíni, que ainda estava com um laço, ficou preso em uma das coxas da Rafa, mas foi o suficiente pra deixar a bocetinha dela à mostra. Carlinhos começou a tirar o pau da Natália, que reclamou: - Espera um pouco, faz mais um pouco comigo...

E o malandro respondeu: - Daqui a pouco eu como você de novo. Então começou a colocar o pau na Rafa. Ele repetiu o mesmo que fez com a Natália, e pouco tempo depois a Rafaela já estava com o pau inteiro dentro e gritando ainda mais do que a Natália. Eu estava muito puto e com muito tesão ao mesmo tempo. Se alguém aí já passou por situação parecida sabe do que eu estou falando.

Você sente um monte de coisas ao mesmo tempo. A minha namorada lindinha, estava de quatro, com os peitinhos de fora e a calcinha do biquíni no meio da perna, mostrando a pressa que ela tinha pra dar, com um caralho enorme atolado nela. Rafa parecia tentar conter os gritos, mas bastava uma bombada mais forte pra ela voltar a gritar, mostrando ser impossível ficar quieta com um pau daqueles na boceta.

Eu me perguntava como ela agüentava aquilo, já que às vezes ela reclamava do meu pau, que agora "parecia pinto de criança". Ele ficou revezando, metia um pouquinho em cada uma, e eu não sei qual das duas gritava mais. Depois de um tempo a Natália disse que queira parar um pouco e ficou olhando ele comer a Rafa, que pediu pra fazer papai-e-mamãe. Quando ele tirou o pau da boceta da Rafa, a Natália se espantou:

- Rafaela, você tá muito aberta! E a Rafa conferiu com os dedinhos. Carlinhos tranqüilizou as garotas: - Não precisam ficar assustadas não, isso acontece, vai voltar ao normal. - Olha a da Natália como é que ficou! E a Natália ficou de quatro de novo, para a Rafaela olhar. Elas ficaram um pouco assustadas, a Rafaela preocupada em ficar larga e eu perceber. Mas acabaram não resistindo.

Em segundos a Rafaela estava deitada no banco, com ele por cima dela e Natália reclamando que também queira. A Rafaela conteve os gritos e começou a gemer menos, quase prendendo a respiração. Eu conhecia bem aquilo, ela tava gozando. Ele sacou também: - Tá gozando, putinha? E bombava forte, fazendo ela dar uns gritinhos enquanto gozava. Mal a Rafa gozou e a Natália ficou de quatro de novo, pedindo pra que fosse sua vez.

Ele começou a bombar nela, que diferente da Rafa, gozou gemendo bem alto e começou a reclamar em seguida: - Ai, tira, tira, já gozei! Tá doendo! Tira! Carlinhos reclamou: - Peraí, eu tenho que gozar também! Mas não teve jeito, Natália foi enfática: - Ai, não, por favor, tira! Tá doendo! Ele ficou meio contrariado mas tirou o pau da Natália. A Rafaela, apesar de ter gozado, logo ficou de quatro, mas reclamou: - Ai, vou ficar arregaçada!

- Você já tá arregaçada!, disse a Natália, rindo e fazendo a Rafa rir também. Ele não falava nada, acho que tava doido pra gozar também. Ele começou a bombar na Rafa, que pediu gemendo alto pra ele não gozar dentro. A Natália completou: - Goza na nossa cara! Ele tirou o pau e as duas se ajoelharam. Ele gozou bastante, gemendo, e as duas ficaram com a cara toda gozada. Elas riram, disseram que fizeram igual a um filme pornô e foram se limpar.

Ele ficou sentado esperando elas voltarem. Quando voltaram, a Rafaela ficou mexendo no pau dele, que já tava meio mole, comentando que era muito grande". Eu tinha praticamente gozado nas calças, de tanta baba que saía do meu pau. Saí de fininho e quase fui direto pra casa, de tão perturbado que tava. Mas me lembrei que se não passasse na casa da Natália a Rafa desconfiaria, já que eu disse para a mãe dela que passaria lá.

Toquei a campainha. Elas atenderam e nem sinal do cara. Tanto eu quanto elas estávamos sem jeito, e eu disse que tinha passado ali rápido e que tinha que resolver umas coisas pro meu pai. Dei um beijo na Rafa ainda na varanda e senti o cheiro de porra. Mais uma vez os sentimentos duplos, fiquei com nojo e tesão. Fui embora rapidamente e não sei se elas voltaram a dar pra ele. Naquela noite só falei com a Rafaela por telefone.

Fiquei pensando em terminar, estava muito confuso por ter me excitado com aquilo. Encontrei com a Rafa no dia seguinte e acabamos metendo. Não senti que ela estava mais larga, ela só reclamou um pouquinho mais do que o normal. A bunda dela estava esfolada, acho que por ter feito papai-e-mamãe em cima do banco de cimento. Nunca comentei nada com ela, e acabei terminando duas semanas depois.

A piranha ainda correu atrás de mim, dizendo que me adorava e que não sabia porque eu havia terminado com ela. Até hoje não arrumei outra namorada. Já trepei com a Rafa de novo algumas vezes, mas não volto a namorar. Me sinto mal por ter tesão em comer a Rafa e lembrar do que eu vi, mas não consigo evitar. Fico pensando que ela é uma piranha e fico com o maior tesão em comê-la. Passei a fazer o que o Carlinhos fez com ela; aproveitar a boceta disponível.

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