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Amante anal
Autor: Rodrigo
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8.4

Sou o Fernando, tenho 26 anos, e durante quase quatro anos tive um relacionamento ótimo, estável e verdadeiro com a Marcela. Transávamos muito bem e tínhamos muito prazer em nossa relação. Só que devido aos estranhos caminhos da vida e nossas personalidades fortes, o relacionamento não deu certo e terminamos. Depois de alguns meses começamos a nos envolver com pessoas diferentes, mas sempre mantivemos contato via e-mail e eventualmente por telefone.

Numa bela tarde resolvi ligar para a Marcela e conversamos muito. Aos poucos o assunto foi tomando uma conotação sexual e surgiu a seguinte proposta: - Que tal se fôssemos amantes? Isso me deixou louco de tesão, pois sempre fui daqueles namorados fiéis, que se satisfaz com a mulher que tem ao lado, mas neste caso era diferente. Ela era uma pessoa especial e que me conhecia muito bem, além de me satisfazer plenamente no sexo. Começamos a rir com cumplicidade e aceitamos a proposta.

Marcamos em um motel que já freqüentávamos no nosso tempo, um lugar bem escondido para ficarmos tranqüilos. Inventamos desculpas para nossos parceiros e fomos. Esse clima nos fascinava e me deixava com muito mais tesão, afinal isso tudo era uma grande novidade para nós dois. O suspense de podermos ser pegos nos deixava loucos! Quando Marcela chegou fiquei um pouco inibido, afinal fazia tempo que não nos víamos. E para quebrar o clima propus logo que transássemos, sem rodeios.

Marcela estava ainda mais bonita do que antes. Ela tinha emagrecido e estava muito gostosa. Começamos um 69, pois assim os dois podiam dar prazer ao mesmo tempo. E nessa posição eu conseguia apreciar aquele corpão no espelho de teto do quarto. A gata já estava ensopada. Sua buceta tinha um gosto bom que jamais conseguiria esquecer. Fiquei chupando o grelo, metendo a língua dentro do buraquinho que sempre foi meu e fazendo a gostosa delirar.

Ela estava com todo foco na minha pica, que latejava de tão dura. Marcela engolia, ia até a base, brincava com a cabeça, chupava minhas bolas, mexia no meu saco, lambia o meu pau todo, cuspia e se lambuzava. Ela era definitivamente um tesão! Começamos a transar na cama e quis logo comer Marcela de quatro. Gosto de meter fundo e sei que ela adora isso. A gata gritava, gemia alto e mexia o quadril acompanhando o movimento.

Marcela agarrava o lençol e puxava com força. Não lembrava mais como era bom fuder com ela. Resolvemos mudar de ambiente e fomos para a banheira. Fizemos sexo molhado, gostoso e terminamos na sauna, para suar mais um pouco. O corpo dela estava coberto de suor e a deixava ainda mais bonita, com o cabelo molhado jogado no rosto e aquela cara de prazer indescritível... Então Marcela sentou no meu pau começou a cavalgar.

Nossa, que sensação maravilhosa... ela foi aumentando o movimento e o prazer veio. Ela gritava mais alto e aquela sensação ia subindo, subindo até que gozamos juntos de uma forma muito forte. Marcela era a única mulher com quem conseguia fazer isso. Depois de gozar a gata deixou o corpo amolecer e ficou abraçada em mim, ainda com minha pica dentro dela.

Pedimos algumas bebidas e logo recomeçamos. Só conseguia pensar agora em comer a bundinha que tanto maltratei... e ela adorava dar o rabo para mim pois gozava rapidinho desse jeito. Quando pensei em pedir esse prêmio, Marcela ficou de quatro e disse: - Agora quero que você coma a minha linda bundinha! Esperei muito tempo por isso... Fui para trás dela e meti a cabeça da minha pica.

Meu pau foi entrando, entrando e entrou sem demora. O bom de comer quem gosta de dar o rabo é que não tem frescura, e Marcela ainda gemeu as palavras que eu mais gostava de ouvir: - Ai, ai... isso! Está doendo mas é uma dorzinha tão boa... Nossa, quase gozei só de ouvir a gata gemendo. Ela pegou a minha mão e a levou até seu grelo, para que eu a masturbasse enquanto fodia sua bunda. Fiz tudo o que ela pediu, e à medida que a gata enlouquecia de prazer eu aumentava as estocadas.

Quando percebi estava comendo a Marcela como um profissional. Meti com muita força e senti sua xoxotinha linda encharcar. Era uma piscina de prazer que apelidei de “piscina da Mamá”, nosso apelido dos tempos de namoro. Eu estocava com toda a força e meu pau entrava inteiro dentro do rabinho dela, que gritava me pedindo para enfiar tudo. Comecei a estocar no rabo apertadinho e a gata foi dedilhando a buceta, rebolando muito e gemendo alto. E eu metia sem dó.

Marcela tinha se tornado minha profissional exclusiva deste assunto! Não demorou e ela gozou enlouquecidamente. Senti seu corpo quase desmontar nos meus braços e continuei enfiando com força naquele rabo gostoso. Ela começou a gozar de novo e meti ainda mais forte. Marcela quase saiu do ar. Depois de gozar, ela estava tomada pelo tesão e falou: - Quero que você goze na minha boca. Tirei o pau do rabo dela e coloquei direto na boca.

Ela gostava de fazer essas coisas sacanas e me chupou com maestria. Enchi a boca da gata de porra, que delícia! Marcela abriu a boca e mostrou que estava repleta de leite, depois engoliu tudo e riu. Disse que meu gosto era muito bom. Ela continuou chupando meu pau até que a última gota saísse e eu literalmente pirasse. Então se levantou e me olhou, ainda melada e saboreando as últimas gotas do meu líquido de prazer. Eu mal conseguia falar.

Depois desse festim repetimos poucas vezes nossos encontros, até que Marcela começou um novo relacionamento e decidiu não repetir mais essa experiência. Hoje mantenho um relacionamento estável e que é muito bom sexualmente, mas por mim continuaria a repetir as fodas com a minha ex. Acho um desperdício não nos vermos mais. Ainda nos falamos, mas ela permanece irredutível em seu ponto de vista.

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