Autor: Puta Bucetuda
7.8
Ricardo trouxe uma pick-up da empresa dele que era um estouro. O sonho de consumo de todo motorista! Grande, preta, com vidros bem escuros e espaço para três pessoas na frente. Lá fomos nós rumo à diversão. Ao pegarmos a estrada, a safadeza começou. Beijos, lambidas, mãos alisando as coxas, tudo indicava que íamos ter um sábado quente.
Em determinado momento comecei a acariciar o pau deles, que também estavam visivelmente excitados como eu. Alisar aquelas picas foi delirante! Enquanto Fernando alisava meus peitos, Ricardo alisava minhas coxas e arriscava uma cutucada na minha buceta pela perna do short. Então eles pediram que eu ficasse só com a calcinha do biquíni.
Assim tirei o short dentro do carro. Meu micro biquíni, fio dental, absolutamente enfiado dentro da bunda, era tão pequeno e estreito na frente quando no rabo. E logo eles deram um jeito de enfiar na buceta também. O biquíni dentro dos lábios definiu bem o volume do meu grelo, que por sinal é enorme, deixando a parte carnuda de fora.
Recostei no assento do carro, abri as pernas e ofereci um espetáculo aos meus machos. Suas mãos invadiram minha buceta, e até dedo no meu cu eles meteram. É claro que nessa hora Ricardo dirigia a baixíssima velocidade, porque já estava com o pau de fora e sendo acariciado por mim. Ele tinha que manter o controle.
Fernando podia curtir à vontade... então eu me deliciava no pau dele, chupando, lambendo... e de vez em quando dava uma lambida no pau do Ricardo para não ficar com ciúmes. Assim chegamos na praia deserta, que era de difícil acesso às pessoas sem carro. Quase uma praia privada.
Desembarcamos e procuramos um local bem afastado para podermos armar nossa diversão. Sentei-me na cadeira de praia com os dois rapazes sentados na minha frente em esteiras. É claro que abri as pernas... nem preciso dizer que o fundo do biquíni foi afastado totalmente para o lado deixando minha buceta descoberta. E assim ficamos...
Havia momentos em que os meninos revezavam me chupando ou mexendo no meu grelo. Quando íamos para a água, podíamos fuder gostoso... Em dado momento fudemos os três, e mais uma vez pude sentir seus caralhos dentro de mim num frenesi desesperado. Mas à medida que chegavam pessoas na praia, tivermos que maneirar nas exibições.
Então deitei de lado na esteira, com o Ricardo por trás de mim metendo o pau na minha buceta por trás, enquanto que o Fernando cutucava meu grelo e apertava, me fazendo delirar de tesão. Fomos para a água, Ricardo gozou e fiquei lá esperando pelo Fernando. Nós fudemos e gozamos juntos.
Mais pessoas chegavam e começaram a observar nossa putaria. Percebemos que estavam revoltados (mais precisamente com inveja, querendo fazer o mesmo mas sem colhão para isso) reclamavam em voz alta, demonstravam revolta, e chegamos mesmo a ouvir alguém dizendo em chamar a polícia.
Hora da retirada... imediatamente levantamos acampamento e nos dirigimos para o carro. Na estrada resolvemos comer num restaurante rústico, mas com uma peixada deliciosa. Estava vazio, e com isso entramos só com as roupas de banho. Os meninos sugeriram que eu enfiasse o biquíni dentro da buceta como estava antes. Topei e assim fomos entrando pelo estabelecimento.
O dono do restaurante ficou embasbacado quando viu a cena. Dois homens visivelmente excitados e uma mulher com a buceta quase de fora. Com a maior naturalidade nos sentamos e fizemos o pedido, mas por baixo da mesa nossas mãos faziam o trabalho gostoso...
Quando voltou com os pratos, o homem não tirava os olhos de mim, puxando conversa conosco e alisando o próprio pau - talvez para que víssemos que ele também já estava em ponto de bala. Os dois me beijavam na boca simultaneamente. Nessa hora eu era a puta assumida, sem vergonha de nada, depravada, obscena, vulgar, vagabunda que eu gostava de ser.
Porém só nessas ocasiões e em lugares ermos eu podia demonstrar o que havia preso dentro de mim, e aqueles dois homens tarados e vadios soltavam a piranha dentro de mim, fazendo-me assumir minha verdadeira personalidade. Eles acariciavam meus peitos... até que tiraram meu sutiã e deixaram meus seios à mostra. ]
O dono do restaurante babava... e se masturbava por trás do balcão. Mas como tudo o que é bom dura pouco, entrou uma família com criança, avó, tio, pato, cachorro, galinha, papagaio e tivemos que respeitar o ambiente nos comportando como pessoas decentes. Que merda!!!
Imediatamente pedimos a conta e vi que o proprietário do estabelecimento ficou visivelmente decepcionados. Já na estrada, resolvemos dar uma parada para fuder de verdade. Dentro daquele carrão não tinha problema nenhum. Encostamos numa clareira e mandamos ver. Novamente dupla penetração.
Isto começou a me preocupar. Já não me satisfazia com apenas um caralho no cu ou na buceta. Queria sempre dois. Ao mesmo tempo, só assim sendo comida por dois homens eu me sentia mulher de verdade e gozava gostoso. Mas nosso dia ia chegando ao final... a tarde caía e precisávamos voltar às nossas vidas...
Fernando desceu do carro bem longe do prédio. Ricardo nessas horas saía lucrando, pois não tinha o que esconder e podia me levar até em casa. Mesmo estando decentemente vestida com meu short e a camiseta, ficou claro para o pessoal do prédio que estávamos juntos. As mulheres que se jogavam para cima do Ricardo morriam de inveja, e me olhavam atravessado.
Aliás, nenhuma das mulheres de lá me topam muito. Fiquei sabendo por eles que me chamam de piranha. Se elas imaginarem que adoro ser chamada assim... mas prefiro muito mais a forma como os homens me chamam: Puta Bucetuda! Hummm... isto sim é um verdadeiro elogio!
As aventuras que eu vivia com meus dois vizinhos Fernando e Ricardo foram uma fase maravilhosa da minha vida. Nosso tesão era enorme, qualquer coisa que pensássemos levávamos ao conhecimento do outro e logo colocávamos em prática. Fuder com os meninos passou a ser tudo para mim.
Às vezes fudia só com Ricardo ou só com o Fernando, mas não era a mesma coisa. Eles também sentiam assim. A emoção forte éramos nós três! Íamos a motéis, fudíamos em carros, em estradas no meio do mato, em praia, qualquer lugar era gostoso, desde que estivéssemos os três.
Certa vez em minha casa, pedi que fizéssemos uma estrela: eu chupava o pau do Ricardo, que chupava o pau do Fernando, que chupava minha buceta. No início, eles relutaram, eram amigos e nunca tinham chupado uma piroca. Mas o tesão dominou e acabaram gostando. Ver aqueles dois machos lindos e maravilhosos chupando um o pau do outro só para me agradar era delicioso!
Eu morria de tesão e de ciúme! No meio da brincadeira eu tirava a boca de um e eu mesma me incumbia de chupar! Eles morriam de rir. Certa vez o Fernando disse que havia comentado sobre nossas fodas com um amigo dele. E conversa vai, conversa vem... sugeriu que poderíamos incluir mais um homem em nossas putarias. Levamos a sugestõ ao conhecimento do Ricardo.
A principio relutamos um pouco mas o Fernando acabou nos convencendo que poderíamos pelo menos ter um encontro social e conversar. Acabamos aceitando. Quando conheci o Ludy (filho de alemães, seu nome era Ludwic) o achei extremamente simpático. Ficamos num bar tomando chope e conversando banalidades, até que num dado momento Fernando introduziu o assunto na conversa.
Na mesma hora o clima mudou. Falei que estava acostumada a fuder com os meninos e não sabia como seria ter um terceiro homem no grupo (charminho puro. Nesta hora eu já estava imaginando como seria o pau de um homem completamente louro!!!) Fiquei sabendo que ele tinha 23 cm de pica... na mesma hora minha buceta deu sinal de vida.
Minha vontade era sair dali diretamente para a cama com os três, mas tive que segurar o tesão. Então combinamos que faríamos uma experiência. Foram dias de expectativa pura. Tentava imaginar o que fazer para obter o máximo de prazer e também dar prazer a eles, mas a ansiedade era tanta que nenhuma idéia me vinha à cabeça.
Enfim o grande dia chegou! Marcamos o encontro direto na casa do Ludy. Aliás, que casa! Parecia coisa de novela. Depois fiquei sabendo que os pais dele eram donos de uma famosa fábrica de toalhas no sul e aquela era uma das propriedades que tinham espalhadas pelo país.
Quando entrei na casa, a sala tinha sido transformada num cenário incrível. No lugar da mesa havia uma cama enorme com lençóis de cetim amarelo ouro. Ao lado, uma mesa com muitas frutas frescas e úmidas, cremes, mousses, champanhe gelado, um verdadeiro banquete.
Havia muitos espelhos espalhados por todos os lados. Luzes de várias cores bem suaves surgiam de refletores escondidos. Parecia um cenário de Hollywood! Quando vi tudo aquilo fiquei de boca aberta... até que o anfitrião me fez entrar, pegando-me pela mão e beijando-a elegantemente. Os meninos já estavam lá... e pasmem! Todos vestidos de smoking!!!
Eu não acreditava no que via. Então Ludy pediu que eu subisse as escadas e fosse me preparar no quarto de banho, que lá eu encontraria tudo o que pudesse precisar para aquela tarde de sonhos. Perguntei se eles não se juntariam a mim durante o banho. Ele respondeu que nós quatro teríamos muito tempo para tomar banho juntos.
Quando entrei no quarto, fiquei deslumbrada com o requinte outra vez. Mas não vou perder meu tempo falando sobre isso. Entrei na banheira e mergulhei num mar de espumas perfumadas e o tesão começou a tomar conta do meu corpo e minha alma. Saí da banheira, porque por mais gostoso que estivesse aquilo ali, melhor ainda estava lá em baixo esperando por mim.
Fiquei louca só de pensar que todo aquele preparo era por minha causa! Mais e mais eu queria fuder... Sobre a cama estava um espartilho de renda extremamente fina, que cobria todo o meu ventre, porém meus seios ficaram de fora, apoiados somente pelos arames. Vesti uma cinta-liga também de renda que só cobria as laterais das minhas coxas, e prendia a uma meia finíssima, sem calcinha.
Calcei sapatos de salto alto e soltei meus cabelos. Diante do espelho, passando apenas batom, pude ver o efeito daquela fantasia. Eu estava linda! Os bicos dos meus seios estavam duros, e minha bunda contornada pela cinta se destacou em contraste com o preto da renda - tenho a pele clara e cabelos escuros.
Minha buceta estava absolutamente de fora e meu grelo vermelhinho exposto como de costume. Para aparecer mais ainda, abri os lábios para os lados e puxei meu grelo mais pra fora. Ficou um escândalo! Quando descia as escadas, os três ficaram embasbacados me olhando. Até que parei e perguntei: - Algum de vocês pode me acompanhar até aí embaixo?
Imediatamente o Ludy, em seu traje negro, subiu a escadaria e me conduziu para baixo. Os outros dois se aproximaram e me beijaram a boca, deixando por último o Ludy. E assim eles me pegaram no colo, me deitaram naquele colosso de cama e começaram a fazer carícias pelo meu corpo enquanto tiravam a roupa.
Quando finalmente ficaram completamente nus, pude ver três caralhos inchados e pulsantes na minha frente. O pau do Ludy merece um aparte, porque como falei nunca comi um homem verdadeiramente louro. O pau, como ele disse, era grande e grosso, mas era tão branquinho que chegava ser rosado. As veias irrigando o sangue para a cabeça pareciam que iam rasgar a pele, de tão vermelhas.
A cabeça do pau era de um róseo quase vermelho, e a pele tão fininha que parecia que ia rasgar. A princípio, quando comecei a chupar o pau dele, parecia que ia machucar. Mas logo percebi, que embora diferente, era uma piroca tão sadia e tesuda quanto a dos outros dois. Deitada naquela cama eu era o almoço deles, que passavam mousses pelo meu corpo e lambiam, esfregavam as frutas na minha buceta e saboreavam.
Eles iam colocando frutas na minha boca, à medida que intercalavam com seus caralhos. Sentir três homens disputando a vez de chupar minha buceta foi demais. Assim fudemos a tarde toda. Pude sentir um pau no meu cu, um na minha buceta e outro na minha boca. Oh... que delícia!
Depois eles trocaram entre si, revezando as pirocadas e as chupadas. Incrível foi chupar os três ao mesmo tempo! Eu gozava uma atrás da outra e nem tinha tempo de descansar, porque um gozava comigo mas os outros dois estavam duros, e quando um deles gozava o outro já tinha recuperado o tesão e de continuava metendo o caralho nos meus buracos.
Chegou uma hora que eu estava acabada, exausta, não agüentava mais e pedi a eles um tempo. Voltei para o banheiro e tomei outro banho de imersão. Minhas pernas estavam doloridas, os cantos da minha boca ardendo e meu cu alargado. Pela primeira vez na minha vida estava farta da caralhos.
Que vontade de ficar naquela banheira sozinha... e pensar que tinha que voltar lá, afinal, todo aquele preparo que o Ludy fez certamente não era para ficarmos apenas três horas. Finalmente levantei e fui de encontro ao meu destino, desta vez com os cabelos molhados e completamente nua. Mas um pouco desanimada.
Parece que eles entenderam meu cansaço, mas não parou por aí. Ludy havia preparado outra surpresa. Pediu que fôssemos os três para o quarto e voltássemos dali a dez minutos. Passado o tempo solicitado, retornamos curiosos. Ele nos levou para uma sala escura, com uma televisão de 29 polegadas.
Levei um susto ao me ver na tevê, levando pica dos três homens. O safado instalou câmeras de longo alcance em lugares estratégicos que filmaram toda nossa foda daquela tarde. Incrível ver minha buceta em tamanho grande numa tela, com caralhos entrando e saindo. Pude de fato contemplar meu rosto, minha expressão e a deles também, e percebemos que vivíamos unicamente para esses momentos de fodas deliciosas.
Nada mais no mundo fazia sentido além daqueles três paus e daquela buceta gulosa e egoísta! Nos ver naquela putaria reacendeu o tesão dos quatro, e começamos a fuder de novo. Novamente caralhos deliciosos deslizavam pelo meu corpo, pela minha boca, entravam e saíam de mim me fazendo enlouquecer.
Por fim o tesão era enorme, mas o cansaço era tamanho que eu não conseguia mais gozar. Excitava-me, fudia, chorava de tesão mas o gozo não vinha... E assim entramos pela noite, fudendo loucamente até mais ou menos umas 22h, quando exaustos e sem forças para mais nada, decidimos ir embora.
Quando cheguei em casa estava tão morta de cansaço, que tirei a roupa e me joguei na cama. No dia seguinte levantei quase uma hora da tarde. Dormi mais de 12 horas ininterruptas. Acordei esfolada... com a buceta e do cu destruídos, mas valeu a pena. Nunca vou esquecer essa aventura nem as outras que vivemos juntos!