A ninfeta tarada, a delegada safada e a tia-advogada do prazer



Sou conhecido como Zapata (nome fictício), tenho 32 anos, sou branco, 1,83 m de altura, 75 kg, solteiro, judoca, e sexualmente fui abençoado por Deus: possuo um pênis descomunal de 31x12 cm. Devido ao tamanho dessa extrovenga, não libero nem minhas tias. Até minha irmã já caiu de boca nessa pica.

A história que passo a contar é verídica (só troco nomes verdadeiros por fictícios). Vocês se lembram do ensaio fotográfico de uma maravilhosa dançarina, feito para uma revista masculina nas ruas do Centro Histórico, Pelourinho, aqui em Salvador? Pois bem, nesse dia, acordei cedinho, vesti uma bermuda de lycra justa, para ressaltar o volume que tenho entre as pernas, uma camiseta simples e lá fui eu, atrás de um lugar que desse para visualizar essa dançarina no melhor ângulo possível.

Depois de um bom tempo, a gostosa dançarina apareceu completamente nua. Foi filmada e clicada várias vezes, sempre à vontade. Aquela mulher fez meu pau subir na hora. Naquele momento, muitas pessoas estavam lá e em vão tentei disfarçar o volume, colocando minha camiseta na frente.

Sem mais nem menos, surgiu uma tarada bonita, uns 20 anos, seios durinhos, bumbum firme e cada vez mais se aproximava de mim, de costas, para que ninguém percebesse. Primeiramente ela me punhetou (por cima da bermuda) e elogiou o tamanho da vara. Depois, começou a roçar o seu belo traseiro e gemer de um jeito que as pessoas que ali estavam sentiram-se incomodadas.

Eu não estava nem aí, queria era aproveitar a situação. De repente a garota foi embora e me deixou literalmente na mão. Tive que resolver a situação sozinho. Fui para um dos becos do Pelourinho e quando botei o pau pra fora, comecei a bater aquela punheta deliciosa. Putz, dois policiais me agarraram, me algemaram e me levaram para a delegacia mais próxima dali.

Ao chegar na delegacia, fiquei surpreso porque quem comandava aquela área era uma delegada. Os policiais se retiraram, e quando eu estava explicando o ocorrido à delegada, ela safadamente ordenou que lhe contasse tudo nos mínimos detalhes.

Quando tentei lhe dizer que os policiais me pegaram batendo a maior punheta, ela me mandou colocar o pau pra fora da bermuda e me masturbar na sua frente. Não acreditei no que estava acontecendo! Tirei a bermuda e deixei 31x12 cm de rola à disposição da delegada.

Ela me elogiou, disse que nunca tinha visto uma igual e que eu acabasse o que tinha começado naquele beco. Me masturbei, gozei pra caralho e depois fui mandado para uma cela especial. Pedi à delegada que entrasse em contato com uma tia minha, que era advogada, na intenção de sair dali o mais rápido possível.

Assim foi feito. Depois de algumas horas, minha querida tia, uma bela advogada e uma bela mulher, uma morenaça cinqüentona de dar inveja a muitas jovens, chegou sorridente e mandou que eu me despedisse da delegada mais safada da face da Terra. Não sabia que minha querida tia era tão sacana como demonstrara naquele momento.

Ela disse saber da minha fama de pé-de-mesa, porque a delegada havia lhe contado. Fiquei sem graça, afinal, ela era irmã do meu querido pai. Minha tia me provocou e me disse que eu devia um favor a ela. Concordei plenamente e lhe perguntei que tipo de favor eu devia lhe pagar.

Tia Gouveia (nome fictício) me informou que iríamos a um motel desfrutar dos prazeres da vida. Adorei! Logo ela, que na minha adolescência foi a causa de muitas bronhas (punhetas), assim como as revistas masculinas. Se for contar o quanto já gastei de porra pensando em tia Gouveia, dá para escrever vários contos.

Chegamos no motel, decidimos tomar banho juntos e a foda começou por lá mesmo. Minha tia, que depois descobri ser mestre na arte da felação, ou seja, pagava um boquete como só ela sabia, caiu de boca no meu pau como se tivesse um sorvete à sua disposição. E só largou depois que enchi sua boca de porra.

A gulosa engoliu tudo, não sobrou nenhuma gotinha sequer. Paguei com a mesma moeda: chupei sua xoxotinha com disposição, alternando linguadas entre os grandes lábios e o clitóris, até minha advogada dizer “chega”, no momento em que ela liberou um caldinho delicioso.

Acabamos o banho e fomos para a cama. Lá, minha tia voltou a mamar minha piroca antes que eu a penetrasse. Coloquei a titia de quatro e enterrei meu pau com toda força naquela boceta apetitosa. Que delícia! Enquanto titia gemia, eu metia mais fundo. Até o momento em que não agüentei e gozei tanto que, além de encher a xota da titia de esperma, deixei o forro da cama todo melado.

Tia Gouveia não se conteve e gozou muito, gemendo bastante. E ainda viria mais: queria comer o rabo da titia de qualquer maneira. A princípio, minha tia não queria liberar seu cu por causa do tamanho do meu cacete. Tentei demovê-la da idéia de não me dar seu cu, daquele mesmo jeito que só nós homens convencemos as mulheres: prometendo colocar só a cabecinha e tal.

Pouco depois, enterramos tudo até o talo. Preparei minha tia para receber minha vara, fiz mais uma vez sexo oral e aos poucos fui colocando 1, 2 e até 3 dedos no cuzinho da titia. Passei um lubrificante no seu cu, e como quem não quer nada, coloquei a cabeça da minha rola. Depois um pouquinho mais, e quando percebi, a metade da pica já estava lá.

Titia gritava de dor e, acredito também, que de prazer. Dizia que não agüentava mais, me chamava de cavalo, dizia que eu era o sobrinho que ela mais gostava, me mandava lhe chamar de égua e de lhe xingar de tudo que era nome. Aproveitei o momento e mandei bala! Meti o mais fundo possível e gozamos por várias horas.

Foi porra pra tudo que foi lado! Enchi minha tia de esperma. No cu, coxas, costas, barriga, peitos, rosto, boca e cabelos. Nunca gozei tanto em minha vida. Paguei a minha advogada com juros e correção monetária! Essa é só uma história entre muitas que tenho com minha tia insaciável. Até o próximo conto...

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